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Conclusão
O Beijo no Asfalto
|
Teatro Nacional São João
|
Sala Ricardo Pais
|
sábado | 04 jul 2026 | 19:00
Sector
P. Un.
Livres
Plateia
16,00€
119
Frisas
24,00€
2
Tribuna
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49
1º Balcão
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8
2º Balcão
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21
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O Teatro Eurasiático
Teatro Nacional São João
de Nicola Savarese
tradução de Ana Isabel Soares; prefácio de Francisco Luís Parreira
"O teatro eurasiático não é o teatro das estepes da Ásia Central: diz respeito a uma região do saber teatral, na qual as iridescentes tradições dos teatros clássicos da Ásia o Nô, o Kabuki, as danças da Índia e de Bali, a Ópera de Pequim se entretecem com as tradições do teatro europeu e ocidental. Por conseguinte, é um território onde Eurípides, Kalidasa, Shakespeare, Zeami,
a Poética de Aristóteles e o Nätyashastra indiano convergem nos limites de um único património de sabedorias teatrais. Este território tornou-se explícito no século xx, ainda que as relações, as trocas, os mal-entendidos mais ou menos fecundos entre o Oriente e o Ocidente no campo do teatro e das práticas cénicas remontem à Antiguidade: é, de facto, no século xx que o teatro eurasiático encontra eco mais amplo nos contextos, primeiro, do colonialismo e das suas tendências exóticas e, depois, do multiculturalismo. O presente livro [] dedica-se à retrospectiva do teatro eurasiático no século xx europeu, em que homens do teatro como Craig, Meyerhold, Artaud, Brecht, Grotowski, Brook e Barba extraíram das culturas asiáticas alguns dos estímulos mais profundos para as suas práticas e teorias."
Nicola Savarese
Nicola Savarese
O Teatro Eurasiático -
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Otelo
Teatro Nacional São João
de William Shakespeare
tradução e prefácio de Daniel Jonas
A Tragédia de Otelo, o Mouro de Veneza é, muito possivelmente, uma peça sobre mulheres e sobre a condição feminina. As três mulheres, Desdémona, Emília e Bianca, sofrem, às mãos das três principais personagens masculinas com que emparceiram, um ciclo de maus-tratos, físicos e psicológicos. Pertencem a três estratos sociais diferentes e a três estratos de tristeza diferentes. Tradução e prefácio Daniel Jonas
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As Histórias de Horácio
Teatro Nacional São João
de Georges Banu
Tradução, prefácio e notas de Edmundo Cordeiro
"Hamlet expira depois de ter consumado a vingança do fantasma à custa da sua própria vida, mas não sem antes fazer um apelo a Horácio, o Homem moral, o amigo íntimo: contar a sua história, da qual o príncípe o faz legatário, para que não se desfaça nas brumas do esquecimento. (...) Na hora final, indispensável e bem-vinda, 'atribuo' a mim próprio o papel de Horácio. (...)
Georges Banu
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TEATRO INFANTIL a arte cénica aos olhos da criança
Teatro Nacional São João
de Chiara Guidi, Lucia Amara
tradução Hugo Miguel Santos
prefácio Madalena Victorino
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Noite de Reis ou Como Lhe Queiram Chamar
Teatro Nacional São João
de William Shakespeare
tradução, prefácio e notas de António M. Feijó
Uma rapariga disfarça-se de pajem e intercede, junto de uma mulher, em nome de um homem.
A este nó central enreda-se um entrecho secundário, dramatizando-se assim uma teia de deliberados logros sobre a circulação do desejo. Shakespeare tece esta comédia sob uma "luz terna e lenta", mas não esconde linhas de sombra, que tanto sublinham a "sexualidade cansada" das suas personagens como a indecidibilidade da verdade. Diz o bobo: "A verdade não a posso expor sem palavras, e as palavras tornaram-se de tal modo falsas, que me repugna travar-me de razões com elas." Peça contemporânea de Hamlet, Noite de Reis faz da sua "imponderabilidade mozartiana" um contraponto à natureza sanguínea das grandes tragédias do autor. A tradução, originalmente feita para a encenação de Ricardo Pais, é de António M. Feijó, que a reviu para esta edição.
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Contra o Teatro Político
Teatro Nacional São João
de Olivier Neveux
tradução, prefácio e notas Edmundo Cordeiro
"O livro de Olivier Neveux é a favor do teatro político. E, desde logo, porque o teatro é uma zona a defender. É esta a sua política. [] O livro é contra uma certa relação política-teatro e contra uma certa relação teatro-política; contra uma certa intenção da política para com o teatro, e do teatro para com a política. E, fundamentalmente, o que o livro dá a pensar, dando a ver os seus nós, são aspectos da política cultural a questão política e o sensível, sendo que uma e outro podem ter um papel nas discussões tácticas dos nossos dias. Portanto, é um livro em que a política e o teatro são pensados, ambos, contra o teatro político. Convém ler. Sobretudo, a política não pode estar não está certamente na tematização, ou na reflexão enquadrada; está, sim, na acção, incluindo a do teatro. E o teatro não pode estar não está certamente na reprodução útil, realista, do existente; está, sim, no lugar onde a poesia não chega (Genet), e que é intensamente político também. [] É um texto de intervenção, diz o autor. É essa a sua força: levanta as pedras da calçada."
Edmundo Cordeiro, do prefácio
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O Fim das Possibilidades
Teatro Nacional São João
de Jean-Pierre Sarrazac
tradução de Isabel Lopes
prefácio de Jean -Pierre Sarrazac
O fim das possibilidades é o contrário da abertura dos possíveis, a sua exclusão. Essa impressão, fortemente vivenciada de há alguns anos a esta parte no nosso espaço europeu, de nos encontrarmos fechados num presente estagnante - sem relação com um futuro nem com o passado - onde estaríamos condenados a viver. Um presente à porta fechada, confinado. Uma prisão. Um lugar que se degrada dia após dia, tornando-se mais opressor e mais insuportável. (Da nota do autor, neste livro)
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O Café
Teatro Nacional São João
de Carlo Goldoni
tradução de Isabel Lopes e Fernando Mora Ramos
posfácio de Fernando Mora Ramos
No final, Dom Márcio não está arrependido de nada. Sente-se incompreendido, só isso. Não é uma criatura que procura regenerar-se. Vai continuar a ser a "trombeta da comunidade", o coscuvilheiro, o intriguista, já não em Veneza, mas noutro sítio qualquer. Eugénio não muda nada: transporta sempre aquele entusiasmo pelas coisas, pelo jogo, pelas mulheres, vejo-o como um Peter Pan depravado, alguém que se recusa a entrar na vida adulta. Vitória amadurece: percebe no fim que aquele amor não era assim tão perfeito como imaginara, cresceu, era uma rapariga no início e no final é já uma mulher. É certo que Ridolfo representa a moralidade dominante, mas é uma moral que é sistematicamente contrariada e colocada sob tensão no confronto com as outras personagens; mas também ele evolui: vai perdendo a compostura, até se tornar violento. A haver evolução, ela faz-se não no sentido da regeneração mas da desilusão, da crispação. Não há regeneração possível, os casais vão continuar a enganar-se e a reconciliar-se, e o jogo, com ou sem batota, vai prosseguir. A peça não nos propõe uma resolução, um final feliz, uma moralidade e nem tão pouco uma verdade. A verdade aqui reside nas pulsões, que são secretas, que são do domínio do não-dito, do não-figurado.
Giorgio Barberio Corsetti Manual de Leitura O Café, TNSJ, 2008
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Uma Ideia de Justiça
Teatro Nacional São João
de Isabel Minhós Martins
Texto escrito para um espetáculo de Joana Providência, a seu convite, Uma Ideia de Justiça nasce de uma pergunta-mãe: "O que é a justiça?" Com a ninhada de perguntas dadas à luz, Isabel Minhós Martins conduz-nos por um percurso de dezasseis "quadros", onde a interrogação maior recai sobre o próprio corpo. "O corpo manifesta-se/ Escutemos o que tem para nos dizer." Através dele e dessa escuta, conta-se a história da luta pela justiça ao longo dos tempos, desse "rugido misterioso" que não nos abandona: "um leão? uma revolução? que rugido é este?" Tão narrativo quanto poético, interrogativo e solto, Uma Ideia de Justiça dá espaço à reflexão e à imaginação. Primeiro livro desta coleção dedicado aos públicos mais jovens, destina-se afinal aos leitores de todos os tamanhos que gostem de perguntas por companhia, perguntas para fazer caminho.
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Palco Assombrado
Teatro Nacional São João
de Marvin Carlson
Tradução de Paulo Faria e Prefácio de Regina Guimarães
"Entre os estudiosos de Ibsen é habitual dizer-se que todas as peças dele se poderiam intitular Os Espectros. [] Podemos alargar esta observação, dizendo que todas as peças de teatro se poderiam intitular Os Espectros, já que um dos aspectos universais do teatro, tanto no Oriente como no Ocidente, é o seu carácter fantasmagórico, o sentimento de retorno, a impressão inquietante mas inescapável, exercida sobre os espectadores, de que esta-mos a ver o que já vimos antes. [] Todas as culturas teatrais reconheceram este cariz espectral, este sentimento de que algo regressa no teatro, e, como tal, as relações entre teatro e memória cultural são profundas e complexas. Assim como podemos dizer que todas as peças de teatro mereceriam o título Os Espectros, com igual pertinência podemos afirmar que todas as peças constituem um jogo em torno da memória." marvin carlson O teatro é uma prática assombrada em todas as suas dimensões: texto, corpo, encenação, palco. Neste livro, vemos melhor como convivem tantos fantasmas na tradição dramática ocidental e oriental, e na memória dos espectadores.
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Bruscamente no Verão Passado
Teatro Nacional São João
de Tennessee Williams
tradução de Ana Luísa Amaral
prefácio de Maria Sequeira Mendes
Com um título que se lê como um haiku, Bruscamente no Verão Passado (1958) labora no terreno de eleição do teatro: a memória. Nessa "câmara de ecos", a história de Sebastian, de Catharine, da Sra. Venable e do Dr. Cukrowicz pulveriza-se. Quem era Sebastian? O que lhe aconteceu nessa tarde de Verão tão luminosa que "era como um grande osso branco de uma fera gigante que tivesse pegado fogo ao céu"? Na recordação dessa luz irrompem o negrume e uma pergunta: qual é, afinal, a verdade? A destreza dos diálogos e um luxuriante vocabulário de imagens e sons revelam a voracidade do desejo, a ambiguidade das personagens. E a sua solidão, que só a poesia resgata. A tradução é de Ana Luísa Amaral (1956-2022), poeta que nos deixou bruscamente, no Verão passado. O seu "olhar diagonal" não poderia ter pousado em peça mais próxima do verso de Emily Dickinson que lhe era caro: "Diz toda a Verdade mas di-la oblíqua."
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As Bruxas de Salém
Teatro Nacional São João
de Arthur Miller
tradução e prefácio de Fernando Villas-Boas
posfácio de Arthur Miller
"As Bruxas de Salém foi um acto de desespero." Nestas palavras, Arthur Miller sinaliza o paralelo que com esta peça quis traçar entre dois períodos negros de caça às bruxas na América: o do julgamento de homens e mulheres acusados de bruxaria na pequena comunidade de Salém, em 1692, e o do macarthismo, nos anos 1950, de que também foi vítima. Do seu epicentro um fascínio primevo pela paranóia, que sacrifica indivíduos na sua fúria colectiva alastra o medo, a força que a atravessa. A angústia das personagens sobrevém de não terem palavras para dizer a sua verdade, até mesmo na mais pura intimidade. A honra e o nome incandescem na prova de fogo do processo judicial: "Como posso eu viver sem o meu nome?", pergunta John Proctor. Puritanismo, manipulação política, vingança privada, delação, culpa achas que ardem no cadinho desta peça.
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