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Visitas Guiadas TNSJ | 2026
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Teatro Nacional São João
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Sala Livre TNSJ
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sexta-feira | 10 jul 2026 | 12:30
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O Café
Teatro Nacional São João
de Carlo Goldoni
tradução de Isabel Lopes e Fernando Mora Ramos
posfácio de Fernando Mora Ramos
No final, Dom Márcio não está arrependido de nada. Sente-se incompreendido, só isso. Não é uma criatura que procura regenerar-se. Vai continuar a ser a "trombeta da comunidade", o coscuvilheiro, o intriguista, já não em Veneza, mas noutro sítio qualquer. Eugénio não muda nada: transporta sempre aquele entusiasmo pelas coisas, pelo jogo, pelas mulheres, vejo-o como um Peter Pan depravado, alguém que se recusa a entrar na vida adulta. Vitória amadurece: percebe no fim que aquele amor não era assim tão perfeito como imaginara, cresceu, era uma rapariga no início e no final é já uma mulher. É certo que Ridolfo representa a moralidade dominante, mas é uma moral que é sistematicamente contrariada e colocada sob tensão no confronto com as outras personagens; mas também ele evolui: vai perdendo a compostura, até se tornar violento. A haver evolução, ela faz-se não no sentido da regeneração mas da desilusão, da crispação. Não há regeneração possível, os casais vão continuar a enganar-se e a reconciliar-se, e o jogo, com ou sem batota, vai prosseguir. A peça não nos propõe uma resolução, um final feliz, uma moralidade e nem tão pouco uma verdade. A verdade aqui reside nas pulsões, que são secretas, que são do domínio do não-dito, do não-figurado.
Giorgio Barberio Corsetti Manual de Leitura O Café, TNSJ, 2008
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O Teatro Eurasiático
Teatro Nacional São João
de Nicola Savarese
tradução de Ana Isabel Soares; prefácio de Francisco Luís Parreira
"O teatro eurasiático não é o teatro das estepes da Ásia Central: diz respeito a uma região do saber teatral, na qual as iridescentes tradições dos teatros clássicos da Ásia o Nô, o Kabuki, as danças da Índia e de Bali, a Ópera de Pequim se entretecem com as tradições do teatro europeu e ocidental. Por conseguinte, é um território onde Eurípides, Kalidasa, Shakespeare, Zeami,
a Poética de Aristóteles e o Nätyashastra indiano convergem nos limites de um único património de sabedorias teatrais. Este território tornou-se explícito no século xx, ainda que as relações, as trocas, os mal-entendidos mais ou menos fecundos entre o Oriente e o Ocidente no campo do teatro e das práticas cénicas remontem à Antiguidade: é, de facto, no século xx que o teatro eurasiático encontra eco mais amplo nos contextos, primeiro, do colonialismo e das suas tendências exóticas e, depois, do multiculturalismo. O presente livro [] dedica-se à retrospectiva do teatro eurasiático no século xx europeu, em que homens do teatro como Craig, Meyerhold, Artaud, Brecht, Grotowski, Brook e Barba extraíram das culturas asiáticas alguns dos estímulos mais profundos para as suas práticas e teorias."
Nicola Savarese
Nicola Savarese
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Jacques ou a Submissão
Teatro Nacional São João
de Eugène Ionesco
tradução e prefácio de Alexandra Moreira da Silva
O assunto principal de Jacques ou a Submissão é a linguagem, ou melhor, o processo de decomposição da linguagem, num crescendo imparável, "a todo o vapor, a galope, a pleno galope". As frases pulverizam-se no nonsense, os diálogos, mecanizados, conduzem-nos à vertigem do nada. Preso num jogo de convenções sociais de cujas regras anseia libertar-se, Jacques é conduzido, segundo Ionesco, "até à mais completa submissão, ao ponto de se resignar a uma espécie de quietude biológica". Obra emblemática do "primeiro Ionesco", nela o autor deu "livre curso à fantasia", instalando-se "no já habitual terreno dramatúrgico da banalidade e da opressão do lar". Palavras da tradutora Alexandra Moreira da Silva, que cita a ensaísta norte-americana Susan Sontag, para quem Jacques ou a Submissão era "uma peça realmente notável e bela".
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TEATRO INFANTIL a arte cénica aos olhos da criança
Teatro Nacional São João
de Chiara Guidi, Lucia Amara
tradução Hugo Miguel Santos
prefácio Madalena Victorino
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Noite de Reis ou Como Lhe Queiram Chamar
Teatro Nacional São João
de William Shakespeare
tradução, prefácio e notas de António M. Feijó
Uma rapariga disfarça-se de pajem e intercede, junto de uma mulher, em nome de um homem.
A este nó central enreda-se um entrecho secundário, dramatizando-se assim uma teia de deliberados logros sobre a circulação do desejo. Shakespeare tece esta comédia sob uma "luz terna e lenta", mas não esconde linhas de sombra, que tanto sublinham a "sexualidade cansada" das suas personagens como a indecidibilidade da verdade. Diz o bobo: "A verdade não a posso expor sem palavras, e as palavras tornaram-se de tal modo falsas, que me repugna travar-me de razões com elas." Peça contemporânea de Hamlet, Noite de Reis faz da sua "imponderabilidade mozartiana" um contraponto à natureza sanguínea das grandes tragédias do autor. A tradução, originalmente feita para a encenação de Ricardo Pais, é de António M. Feijó, que a reviu para esta edição.
Noite de Reis ou Como Lhe Queiram Chamar -
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Impressão: Nova Identidade Visual do TNSJ
Teatro Nacional São João
Cadernos do Centenário/5
Impressão - Nova Identidade Visual do TNSJ
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Salomé
Teatro Nacional São João
de Oscar Wilde
tradução e prefácio de Joana Frazão
Redigida em francês entre 1891 e 1892, Salomé só viria a conhecer o palco em 1896, encenada por Lugné-Poe no parisiense Théâtre de luvre, a casa do teatro simbolista. Wilde justificou assim a opção pela língua francesa: "Só tenho um instrumento que sei que domino, que é a língua inglesa. Havia outro instrumento que eu tinha escutado a vida toda, e por uma vez quis tocar este novo instrumento e ver se conseguia fazer algo de belo com ele." Conseguiu-o, e a beleza andou sempre a par do escândalo. Em 1892, uma produção inglesa com a actriz Sarah Bernhardt no papel titular foi proibida. Salomé baseia-se no episódio bíblico da decapitação de Iokanaan, nome hebreu de São João Baptista, narrativa atormentada pelo desejo e pela transgressão, assuntos recorrentes na obra do escritor irlandês. No prefácio que acompanha esta tradução, Joana Frazão diz-nos que há na peça "uma tensão entre visão e palavra, entre olhar e escutar, entre o que se faz com o corpo e o que se faz com as palavras". Não será esta a marca de água do teatro que importa?
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Uma Ideia de Justiça
Teatro Nacional São João
de Isabel Minhós Martins
Texto escrito para um espetáculo de Joana Providência, a seu convite, Uma Ideia de Justiça nasce de uma pergunta-mãe: "O que é a justiça?" Com a ninhada de perguntas dadas à luz, Isabel Minhós Martins conduz-nos por um percurso de dezasseis "quadros", onde a interrogação maior recai sobre o próprio corpo. "O corpo manifesta-se/ Escutemos o que tem para nos dizer." Através dele e dessa escuta, conta-se a história da luta pela justiça ao longo dos tempos, desse "rugido misterioso" que não nos abandona: "um leão? uma revolução? que rugido é este?" Tão narrativo quanto poético, interrogativo e solto, Uma Ideia de Justiça dá espaço à reflexão e à imaginação. Primeiro livro desta coleção dedicado aos públicos mais jovens, destina-se afinal aos leitores de todos os tamanhos que gostem de perguntas por companhia, perguntas para fazer caminho.
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Lulu - Espirito da Terra/Caixa de Pandora
Teatro Nacional São João
de Frank Wedekind
tradução de Aires Graça
A Lulu de Frank Wedekind (designação corrente do conjunto de duas pecas, Espírito da Terra e A Caixa de Pandora, que nem sempre se associaram do mesmo modo) não surge por acaso, pela primeira vez representada em Portugal, mais de um século depois das suas muitas e acidentadas versões e encenações originais. A peca fecha (ate ver) um ciclo de espetáculos de Nuno M. Cardoso iniciado com Gretchen, de G¬¬oethe (2003), e continuado com Emilia Galotti, de Lessing (2009). Três peças que, em registos muito diferentes, colocam em cena tensões e contradições provocadas pelo choque entre a pulsão libidinal do desejo e do sexo, a ordem (patriarcal e burguesa) instituída e a pulsão de morte que atravessa o destino, alimenta a força de decisão ou se esconde no inconsciente das três protagonistas femininas destas peças. A Lulu de Wedekind representará o clímax desta tradição dramática alemã, que nasce com o dealbar da ideologia burguesa emancipatória de meados do século XVIII e culmina nos ambientes urbanos, decadentes e híbridos, da fase avançada do capi-talismo moderno de finais do século XIX, com as marcas do niilismo nietzschiano a irromper por todo o lado num tecido social aparentemente sólido, mas de facto puído e esburacado. Do posfácio de João Barrento
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Bruscamente no Verão Passado
Teatro Nacional São João
de Tennessee Williams
tradução de Ana Luísa Amaral
prefácio de Maria Sequeira Mendes
Com um título que se lê como um haiku, Bruscamente no Verão Passado (1958) labora no terreno de eleição do teatro: a memória. Nessa "câmara de ecos", a história de Sebastian, de Catharine, da Sra. Venable e do Dr. Cukrowicz pulveriza-se. Quem era Sebastian? O que lhe aconteceu nessa tarde de Verão tão luminosa que "era como um grande osso branco de uma fera gigante que tivesse pegado fogo ao céu"? Na recordação dessa luz irrompem o negrume e uma pergunta: qual é, afinal, a verdade? A destreza dos diálogos e um luxuriante vocabulário de imagens e sons revelam a voracidade do desejo, a ambiguidade das personagens. E a sua solidão, que só a poesia resgata. A tradução é de Ana Luísa Amaral (1956-2022), poeta que nos deixou bruscamente, no Verão passado. O seu "olhar diagonal" não poderia ter pousado em peça mais próxima do verso de Emily Dickinson que lhe era caro: "Diz toda a Verdade mas di-la oblíqua."
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O Fim das Possibilidades
Teatro Nacional São João
de Jean-Pierre Sarrazac
tradução de Isabel Lopes
prefácio de Jean -Pierre Sarrazac
O fim das possibilidades é o contrário da abertura dos possíveis, a sua exclusão. Essa impressão, fortemente vivenciada de há alguns anos a esta parte no nosso espaço europeu, de nos encontrarmos fechados num presente estagnante - sem relação com um futuro nem com o passado - onde estaríamos condenados a viver. Um presente à porta fechada, confinado. Uma prisão. Um lugar que se degrada dia após dia, tornando-se mais opressor e mais insuportável. (Da nota do autor, neste livro)
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Histórias do Teatro
Teatro Nacional São João
de Tobin Nellhaus
tradução
Um verdadeiro atlas do teatro, que desafia a uma viagem pelo mundo das artes cénicas. Com um panorâmica transnacional e transtemporal - alheia a fronteiras conceptuais -, Histórias do Teatro desvenda de que forma esta arte se tornou central nas culturas da Ásia, de África, das Américas e da Europa. Das práticas ancestrais às expressões mais disruptivas da actualidade, este livro integra os factores sociais, políticos e tecnológicos na caracterização de uma arte múltipla, instável e vibrante.
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