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Conclusão
Já Não Há Primaveras... Mas ainda há santos populares | junho | 2026
|
Teatro Nacional São João
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Salão Nobre TNSJ
Informação
A sessão de 03/06/2026 22:00 foi cancelada.
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Uma Ideia de Justiça
Teatro Nacional São João
de Isabel Minhós Martins
Texto escrito para um espetáculo de Joana Providência, a seu convite, Uma Ideia de Justiça nasce de uma pergunta-mãe: "O que é a justiça?" Com a ninhada de perguntas dadas à luz, Isabel Minhós Martins conduz-nos por um percurso de dezasseis "quadros", onde a interrogação maior recai sobre o próprio corpo. "O corpo manifesta-se/ Escutemos o que tem para nos dizer." Através dele e dessa escuta, conta-se a história da luta pela justiça ao longo dos tempos, desse "rugido misterioso" que não nos abandona: "um leão? uma revolução? que rugido é este?" Tão narrativo quanto poético, interrogativo e solto, Uma Ideia de Justiça dá espaço à reflexão e à imaginação. Primeiro livro desta coleção dedicado aos públicos mais jovens, destina-se afinal aos leitores de todos os tamanhos que gostem de perguntas por companhia, perguntas para fazer caminho.
Uma Ideia de Justiça -
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Caderno de Obra
Teatro Nacional São João
Cadernos do Centenário/2
Caderno de Obra
O Teatro São João de Marques da Silva
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Noite de Reis ou Como Lhe Queiram Chamar
Teatro Nacional São João
de William Shakespeare
tradução, prefácio e notas de António M. Feijó
Uma rapariga disfarça-se de pajem e intercede, junto de uma mulher, em nome de um homem.
A este nó central enreda-se um entrecho secundário, dramatizando-se assim uma teia de deliberados logros sobre a circulação do desejo. Shakespeare tece esta comédia sob uma "luz terna e lenta", mas não esconde linhas de sombra, que tanto sublinham a "sexualidade cansada" das suas personagens como a indecidibilidade da verdade. Diz o bobo: "A verdade não a posso expor sem palavras, e as palavras tornaram-se de tal modo falsas, que me repugna travar-me de razões com elas." Peça contemporânea de Hamlet, Noite de Reis faz da sua "imponderabilidade mozartiana" um contraponto à natureza sanguínea das grandes tragédias do autor. A tradução, originalmente feita para a encenação de Ricardo Pais, é de António M. Feijó, que a reviu para esta edição.
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SUÉCIA
Teatro Nacional São João
de Pedro Mexia
prefácio de Jacinto Lucas Pires
posfácio de Pedro Mexia
Verão de 1976. Aproximam-se as eleições que ditaram o fim do consulado social-democrata na Suécia. Numa ilha de Estocolmo prepara-se o casamento de Monika, filha de Egerman, um intelectual desencantado com o modelo sueco. Dois regressos inesperados vão desencadear questões latentes sobre as ilusões do passado. Intrigado por "uma certa ideia" da Suécia como paraíso (perdido?), Pedro Mexia joga com a mitologia que dela nos chegou do cinema, do teatro ou da música. Peça de câmara, com os seus solos e duetos, Suécia convoca um elenco paralelo de autores que a assombram, com destaque para Bergman. É conduzida por uma leveza de comédia screwball, onde se insinua a gravidade de ecos de Strindberg, Ibsen e Tchékhov. A família, a felicidade, a ligação entre o pessoal e o político são ideias em circulação num pingue-pongue verbal que materializa a ideia de jogo que a move. "E a felicidade é isso? Isso o quê? O peixe ou o isco? Não querer nada. Ou querer pouco.
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UBU
Teatro Nacional São João
de Alfred Jerry
tradução e notas de Luísa Costa Gomes
Dom Ubu: Oh! Oh! Oh! E então, já acabaste? Agora começo eu: torção do nariz, arrancanço dos cabelos, penetração do pauzinho nas onelhas, extracção do cérebro pelos calcanhares, laceração do traseiro, supressão parcial ou mesmo total da espinal medula (se ao menos assim se conseguisse tirar-lhe os espinhos do carácter), sem esquecer a abertura da bexiga natatória e por fim a grande degolação renovada de São João Baptista, tudo isto tirado das Santíssimas Escrituras, tanto do Antigo como do Novo Testamento, organizado, corrigido e aperfeiçoado pelo aqui presente Mestre das Finanças! Convém-te assim, ó minha seresma? Tradução e notas Luísa Costa Gomes.
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Jacques ou a Submissão
Teatro Nacional São João
de Eugène Ionesco
tradução e prefácio de Alexandra Moreira da Silva
O assunto principal de Jacques ou a Submissão é a linguagem, ou melhor, o processo de decomposição da linguagem, num crescendo imparável, "a todo o vapor, a galope, a pleno galope". As frases pulverizam-se no nonsense, os diálogos, mecanizados, conduzem-nos à vertigem do nada. Preso num jogo de convenções sociais de cujas regras anseia libertar-se, Jacques é conduzido, segundo Ionesco, "até à mais completa submissão, ao ponto de se resignar a uma espécie de quietude biológica". Obra emblemática do "primeiro Ionesco", nela o autor deu "livre curso à fantasia", instalando-se "no já habitual terreno dramatúrgico da banalidade e da opressão do lar". Palavras da tradutora Alexandra Moreira da Silva, que cita a ensaísta norte-americana Susan Sontag, para quem Jacques ou a Submissão era "uma peça realmente notável e bela".
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Lorenzaccio
Teatro Nacional São João
de Alfred de Musset
tradução, prefácio e notas de Alexandra Moreira da Silva
Lorenzaccio (1834) projecta-se contra o pano de fundo de dois passados: o da decadência política e social da Florença do século XVI, "afundada em vinho e em sangue", e o das perturbações provocadas pela Revolução de Julho de 1830, que instala na França revolucionária o liberalismo e a desigualdade política. Obra-prima do Romantismo francês, é a peça mais ambiciosa de Musset sobre o poder, os seus bastidores e a sua (i)legitimidade. Um retrato em movimento de revoluções falhadas, suspensas, por cumprir. Do interior destas convulsões emerge Lorenzo de Médici, depreciativamente chamado "Lorenzaccio". Uma personagem "escorregadia como uma enguia", a um tempo cínica e idealista, "objecto de vergonha e de infâmia", duplo de Brutus e émulo de Hamlet, de quem herda a eloquência, a melancolia, a indecisão. "Acordei dos meus sonhos, nada mais; digo-te apenas que é perigoso sonhar."
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Elogio do Teatro
Teatro Nacional São João
de Alain Badiou com Nicolas Truong
Tradução, prefácio e notas Edmundo Cordeiro
"O teatro foi sempre violentamente atacado: há milénios que o teatro está sob suspeita, é objecto de interdição pelas igrejas, atacado por filósofos célebres como Nietzsche ou Platão, considerado por autoridades diversas como susceptível de actividade subversiva ou crítica. Esteve ligado à maior parte dos grandes empreendimentos revolucionários, que muitas vezes criaram um teatro no decorrer da sua existência. Ele está instalado, mas de uma maneira que convém proteger e amplificar. [] Temos inevitavelmente de regressar à distinção [] entre o domínio da arte, invenção de formas novas adequadas a um distanciamento em relação àquilo que nos domina, e o domínio do divertimento, que é uma parte constitutiva da propaganda dominante. O teatro exige que se active fortemente esta distinção. Porque ele é, como proclama Mallarmé, uma arte superior."
Alain Badiou
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Airbnb & Nuvens
Teatro Nacional São João
de Luísa Costa Gomes
A peça é um palimpsesto. Arqueologicamente, a camada mais antiga é muito antiga, composta a partir das ruínas de projectos imaginados nos idos de noventa, inseridos, reconfigurados e rescritos em 2015 na intriga do elevador. Naquele tempo, vivíamos o regime do terror da dívida e estávamos bastante empenhorados. O mote era a fatalidade do empreendedorismo para os pobres e do conluio com o Estado para as empresas com poder de alavanca. Em 2019, a realidade objectiva das penhoras não melhorara muito, em alguns casos até se agravara (sobretudo em questões de dívidas pequenas no crédito ao consumo), mas não estava já no centro do pesadelo. O centro era uma almofada de nuvens e o airbnb.
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Desenho de Luz
Teatro Nacional São João
Cadernos do Centenário / 4
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Impressão: Nova Identidade Visual do TNSJ
Teatro Nacional São João
Cadernos do Centenário/5
Impressão - Nova Identidade Visual do TNSJ
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Os Nossos Dias Poucos e Desalmados
Teatro Nacional São João
de Mark O'Rowe
tradução Francisco Luís Parreira
Paddy: Porque é que tás a fazer isto? Hughie: Uma cena que aprendi hoje, Paddy. (Pega na mala e numa lata de cerveja, olha pela janela, depois na direcção da porta.) Uma cena que tu ajudaste a ensinar. Paddy: O quê? Hughie: Tu e a cota. (Abre a porta. Virase para Paddy.) Um gajo faz aquilo que lhe convém Paddy: Hughie Hughie: desde que depois se aguente à bronca. Tá certo ou não?
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