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Conclusão
As Escolas Artisticas no TNSJ | 2026 | ACE
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Teatro Carlos Alberto
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Sala Livre TeCA
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quinta-feira | 23 jul 2026 | 19:00
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Bruscamente no Verão Passado
Teatro Nacional São João
de Tennessee Williams
tradução de Ana Luísa Amaral
prefácio de Maria Sequeira Mendes
Com um título que se lê como um haiku, Bruscamente no Verão Passado (1958) labora no terreno de eleição do teatro: a memória. Nessa "câmara de ecos", a história de Sebastian, de Catharine, da Sra. Venable e do Dr. Cukrowicz pulveriza-se. Quem era Sebastian? O que lhe aconteceu nessa tarde de Verão tão luminosa que "era como um grande osso branco de uma fera gigante que tivesse pegado fogo ao céu"? Na recordação dessa luz irrompem o negrume e uma pergunta: qual é, afinal, a verdade? A destreza dos diálogos e um luxuriante vocabulário de imagens e sons revelam a voracidade do desejo, a ambiguidade das personagens. E a sua solidão, que só a poesia resgata. A tradução é de Ana Luísa Amaral (1956-2022), poeta que nos deixou bruscamente, no Verão passado. O seu "olhar diagonal" não poderia ter pousado em peça mais próxima do verso de Emily Dickinson que lhe era caro: "Diz toda a Verdade mas di-la oblíqua."
Bruscamente no Verão Passado -
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Lorenzaccio
Teatro Nacional São João
de Alfred de Musset
tradução, prefácio e notas de Alexandra Moreira da Silva
Lorenzaccio (1834) projecta-se contra o pano de fundo de dois passados: o da decadência política e social da Florença do século XVI, "afundada em vinho e em sangue", e o das perturbações provocadas pela Revolução de Julho de 1830, que instala na França revolucionária o liberalismo e a desigualdade política. Obra-prima do Romantismo francês, é a peça mais ambiciosa de Musset sobre o poder, os seus bastidores e a sua (i)legitimidade. Um retrato em movimento de revoluções falhadas, suspensas, por cumprir. Do interior destas convulsões emerge Lorenzo de Médici, depreciativamente chamado "Lorenzaccio". Uma personagem "escorregadia como uma enguia", a um tempo cínica e idealista, "objecto de vergonha e de infâmia", duplo de Brutus e émulo de Hamlet, de quem herda a eloquência, a melancolia, a indecisão. "Acordei dos meus sonhos, nada mais; digo-te apenas que é perigoso sonhar."
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As Criadas
Teatro Nacional São João
de Jean Genet
tradução e prefácio de Luísa Costa Gomes
Obra primeira, inaugural do transbordar de variantes na escrita dramática de Genet, As Criadas (1947) trata de um delito cismado, sonhado, ritualizado como uma missa negra. Duas criadas irmãs congeminam o homicídio da sua patroa, entregando-se a uma espiral de jogos de representação, espaço cerimonial de um sacrifício. Em 2016, instigada pelo encenador Simão do Vale Africano, Luísa Costa Gomes traduziu pela primeira vez em Portugal a "versão Genet", aqui publicada, que difere da chamada "versão Louis Jouvet", o texto da primeira encenação dAs Criadas, tornado canónico nas inúmeras representações da mais representada das peças do dramaturgo francês. Conta Genet que, na altura da estreia, um crítico de teatro fez notar que as verdadeiras criadas não falam como as da sua peça. "Pretendo o contrário", replicou. "Porque se eu fosse criada falaria como elas. Em determinadas noites. Porque as criadas só falam assim em determinadas noites."
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Longa Jornada Para a Noite
Teatro Nacional São João
de Eugene O'Neill
tradução e prefácio de Luísa Costa Gomes
Eugene ONeill compôs esta "peça de antigas penas, escrita a lágrimas e sangue" entre 1939 e 1941, mas Longa Jornada Para a Noite só seria publicada e representada postumamente, em 1956, a pedido do autor. Texto-testamento ou peça-exorcismo, como se ONeill fizesse suas as palavras de Jamie, um dos quatro membros da família Tyrone: "Não consigo esquecer o passado. Esse é que é o inferno." Longa Jornada Para a Noite é um dos mais poderosos retratos teatrais da família disfuncional, obra central da dramaturgia psicológica moderna. Acorrentados uns aos outros por sentimentos de rancor, culpa e recriminação, os Tyrones são criaturas a um tempo vulneráveis e implacáveis, sarcásticas e melancólicas, gagas e eloquentes. "Gaguejar é a eloquência nativa da nossa gente, o povo do nevoeiro."
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A Voz Enlutada
Teatro Nacional São João
de Nicole Loraux
Tradução de Manuel de Freitas e Prefácio de Marta Várzeas
"O teatro de Dioniso não está na Ágora. O que nesta simples frase se dá a entender sob a forma de uma constatação é muito mais do que uma constatação, se deixarmos claro que, no espaço cívico das cidades (poleis), é na Ágora, local por excelência do político, que tem geralmente lugar o teatro. De facto, ao escavar assim simbolicamente a distância entre o teatro e a política, pretendo logo de início marcar uma ruptura com as leituras apenas políticas, ou até apenas cívicas, que dominaram os estudos sobre a tragédia durante os últimos decénios. O vaivém entre uma certa percepção contemporânea da tragédia grega [] e o próprio texto da peça de Eurípides [As Troianas], em que se escuta a voz enlutada da tragédia [], obriga-nos naturalmente a levar o teatro a sério, a não o reduzirmos à sua suposta subordinação ao político e a compreender as suas exactas dimensões, quer literárias quer cívicas. A inteligência da tragédia grega começa pela do theatron, isto é, o teatro simultaneamente como local e como colectividade reunida, no espaço cívico e no tempo da cidade."
Nicole Loraux
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O Teatro Eurasiático
Teatro Nacional São João
de Nicola Savarese
tradução de Ana Isabel Soares; prefácio de Francisco Luís Parreira
"O teatro eurasiático não é o teatro das estepes da Ásia Central: diz respeito a uma região do saber teatral, na qual as iridescentes tradições dos teatros clássicos da Ásia o Nô, o Kabuki, as danças da Índia e de Bali, a Ópera de Pequim se entretecem com as tradições do teatro europeu e ocidental. Por conseguinte, é um território onde Eurípides, Kalidasa, Shakespeare, Zeami,
a Poética de Aristóteles e o Nätyashastra indiano convergem nos limites de um único património de sabedorias teatrais. Este território tornou-se explícito no século xx, ainda que as relações, as trocas, os mal-entendidos mais ou menos fecundos entre o Oriente e o Ocidente no campo do teatro e das práticas cénicas remontem à Antiguidade: é, de facto, no século xx que o teatro eurasiático encontra eco mais amplo nos contextos, primeiro, do colonialismo e das suas tendências exóticas e, depois, do multiculturalismo. O presente livro [] dedica-se à retrospectiva do teatro eurasiático no século xx europeu, em que homens do teatro como Craig, Meyerhold, Artaud, Brecht, Grotowski, Brook e Barba extraíram das culturas asiáticas alguns dos estímulos mais profundos para as suas práticas e teorias."
Nicola Savarese
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Otelo
Teatro Nacional São João
de William Shakespeare
tradução e prefácio de Daniel Jonas
A Tragédia de Otelo, o Mouro de Veneza é, muito possivelmente, uma peça sobre mulheres e sobre a condição feminina. As três mulheres, Desdémona, Emília e Bianca, sofrem, às mãos das três principais personagens masculinas com que emparceiram, um ciclo de maus-tratos, físicos e psicológicos. Pertencem a três estratos sociais diferentes e a três estratos de tristeza diferentes. Tradução e prefácio Daniel Jonas
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Salomé
Teatro Nacional São João
de Oscar Wilde
tradução e prefácio de Joana Frazão
Redigida em francês entre 1891 e 1892, Salomé só viria a conhecer o palco em 1896, encenada por Lugné-Poe no parisiense Théâtre de luvre, a casa do teatro simbolista. Wilde justificou assim a opção pela língua francesa: "Só tenho um instrumento que sei que domino, que é a língua inglesa. Havia outro instrumento que eu tinha escutado a vida toda, e por uma vez quis tocar este novo instrumento e ver se conseguia fazer algo de belo com ele." Conseguiu-o, e a beleza andou sempre a par do escândalo. Em 1892, uma produção inglesa com a actriz Sarah Bernhardt no papel titular foi proibida. Salomé baseia-se no episódio bíblico da decapitação de Iokanaan, nome hebreu de São João Baptista, narrativa atormentada pelo desejo e pela transgressão, assuntos recorrentes na obra do escritor irlandês. No prefácio que acompanha esta tradução, Joana Frazão diz-nos que há na peça "uma tensão entre visão e palavra, entre olhar e escutar, entre o que se faz com o corpo e o que se faz com as palavras". Não será esta a marca de água do teatro que importa?
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Terno e Cruel
Teatro Nacional São João
de Martin Crimp
tradução de Pedro Galiza
prefácio de Maria Sequeira Mendes
No início de Terno e Cruel (2004), uma mulher segura uma almofada branca, mais tarde são-lhe oferecidos crisântemos brancos, e no final alguém lê que "a vergonha e a verdade vão vestir de branco" e abandonar os mortais. O branco é terno e cruel, símbolo de alvura e de luto. Reescrevendo Traquínias, de Sófocles, no rescaldo da Guerra do Iraque, Martin Crimp desdobra os destinos de Dejanira e Héracles nas personagens Amelia e General, assombrados pela causa e efeito de um genocídio contemporâneo algures na África subsariana. Desenham-se dois universos aparentemente distintos o da tragédia doméstica e o da guerra , que se confrontam no exílio de uma casa temporária, um não-lugar, um espelho da falência moral de um mundo movido a mentiras. E o amor? Em Terno e Cruel, o amor é uma arma de destruição em massa, um aguilhão oculto perto do coração.
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O REI LEAR (Bilingue)
Teatro Nacional São João
de William Shakespeare
tradução e prefácio de António M. Feijó
Escrita entre 1603 e 1606, O Rei Lear é uma tragédia tardia de Shakespeare. A acção decorre na corte de um rei, num momento crítico de transição dinástica, em que os domínios pessoal e político se tornam indistinguíveis. Um pai decide partilhar os bens pelas três filhas e faz
depender essa divisão de uma declaração de afecto de cada uma delas. A sua cegueira face à recusa da mais nova, e ao seu "nada", desencadeia uma parada de horrores, uma violência de feras. A intensa crueldade que esta peça põe em cena só encontra par na eloquência rara com que o jogo passional é exposto. "O arco está recurvo e tenso: afasta-te da flecha", diz Lear a Kent, quando o conflito se revela. Esta imagem de uma flecha desferida, cujo desfecho não depende só de quem a desfere assim como o fim de um acto se pode revelar catastrófico para o seu agente ou para outrem , expressa a insondabilidade da conduta humana.
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O Pelicano
Teatro Nacional São João
de August Strindberg
tradução e prefácio de João Paulo Esteves da Silva
"Sede bem-vindos à vossa nova casa/ Mas não exijais nada de novo." Em 1907, com O Pelicano, Strindberg inaugura o Teatro Íntimo, essa "câmara propícia às confidências", para melhor dar a ver o que sempre o moveu: "A velha lenda da vida/ Em todas as suas faces e também em seus horrores/ O bem e o mal, a grandeza e a mesquinhez/ Intimamente." Em O Pelicano, assistimos à decomposição sem remédio de uma família, onde a exposição das mentiras e a queda das máscaras que a assombraram se revelam como prenúncio da catástrofe final. As personagens são exemplares trágicos de uma "ilusão útil", de uma espécie invertida de sonambulismo que lhes escancara a realidade, mas do qual não querem acordar Os Sonâmbulos foi o título de trabalho desta peça. É pelo fora de cena que a tragédia se insinua: ouvem-se gritos, uivos, vento, chuva, portas e janelas a bater, e música. Os três trechos musicais escolhidos por Strindberg para abrir cada "acto" pontuam a progressiva desesperança de salvação.
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Ivone, Princesa do Borgonha
Teatro Nacional São João
de Witold Gombrowicz
tradução e posfácio de Luísa Costa Gomes
Príncipe: (Para Ivone.) Sabeis, assim que se olha para vós, dá-nos ganas de uma vontade de nos servirmos de vós, de vos magoar: atar-vos uma trela ao pescoço, por exemplo, ou dar-vos pontapés no traseiro, ou pôr-vos a trabalhar numa linha de montagem, picar-vos com uma agulha, ou vontade de vos imitar. Exasperais toda a gente, dais cabo dos nervos, sois uma provocação viva! Sim, há seres que parecem feitos para irritar, excitar, enlouquecer! Existem mesmo andam aí pelo mundo e cada um de nós acaba por tropeçar no que lhe está destinado. E cá estais vós, toda sentadinha, a mão com os respetivos dedos, a perna com o respectivo pé! Inédito! Maravilhoso! Sensacional! Como conseguis? Ivone: (Calada.) Príncipe: E como vos calais! Como vos calais tão bem! Tradução e posfácio Luísa Costa Gomes
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quinta-feira | 23 jul 2026 | 19:00
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